O poder curador da Páscoa

Naquele dia agourento em que o céu escureceu, Jesus clamou na cruz dando o Seu último suspiro. Os Seus seguidores, muitos já escondidos, afogaram-se em suas tristezas. Maria perdeu um filho; os discípulos, um rabino. A multidão que se aglomerava em busca de Jesus, desesperada para que Deus as ajudasse, recuou em desespero.

No entanto, Jesus não permaneceu morto. Ele saiu naquele túmulo escuro. Jesus pretendia curar a miséria humana pela raiz: destruir a própria morte, enterrar o mal entendido extinguindo-o em Seu próprio corpo. A cruz demonstrou o Seu amor implacável e surpreendente: Jesus passaria pela morte e pelo inferno para nos curar.

O amor de Jesus será realmente forte o suficiente para consertar o nosso mundo devastado? Sim! Porque nada, nem mesmo a morte, pode impedir Deus.

O que há em Jesus que transforma todos os que o encontram, que nos torna dignos de sermos ouvidos porque falamos dele? Que nos capacita para o servir com tanta beleza e graça a ponto de outros virem correndo, juntos, para segui-lo também?

Quando o buscamos verdadeiramente, o Seu amor vivificador, transformador e unificador traz nova vida à nossa adoração, nossos posicionamentos e alegrias. Cristo nos chama com amor para nos levantarmos com Ele e vivermos de modo digno, santo e inspirador. Que possamos respondê-lo com prontidão e segui-lo até o fim.

Nesta época da Páscoa, ao considerarmos o poder transformador de Cristo em nossa vida, que sejamos inspirados a deixar qualquer tristeza que seja semelhante a uma tumba em nossa vida e correr para Ele.

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